E lá estava eu, perdida numa madrugada, olhando muitas luzinhas apagadas naquelas caixas de fósforos gigantes, algumas acendem por uns minutos e apagam-se outra vez. Tem aquelas que estão à meia-luz e eu continuo na janela a pensar o que pensam elas. Será que há alguém olhando aquela dança, assim como eu? A madrugada é tão silenciosa…

1. Me emocionei com as “meias palavras”
2. Ri com os seu sistema de defesa covarde…
eita saudade de estar sempre por essas bandas…
beijo em tu
pois é, também estou íntima da madrugada ultimamente… e já brinquei de imaginar o que tem dentro das janelas. aliás, estou contando janelinhas pra ver se durmo… mas você faz com bem mais poesia.
=**
E linda.Silenciosa e linda!
Belo relato sobre a madrugada. Há silêncios que às vezes gritam.
Bjo